## Operação Fallax da PF mira CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, em esquema de fraudes que supera R$ 500 milhões
A Polícia Federal deflagrou a Operação Fallax, uma ação de grande porte para desarticular uma organização criminosa acusada de cometer crimes contra a Caixa Econômica Federal, estelionato, lavagem de dinheiro e fraudes bancárias que, segundo as investigações, superam a marca de R$ 500 milhões. No centro da operação está o CEO e fundador do Grupo Fictor, Rafael Góis, que teve sua residência alvo de busca e apreensão e seu celular apreendido pela PF na manhã desta quarta-feira. A investigação, iniciada em 2024, aponta para um esquema estruturado voltado especificamente para fraudes bancárias e lavagem de capitais.

Além de Rafael Góis, o ex-sócio do Grupo Fictor, Luiz Rubini, também é alvo de mandados de busca. Rubini é defendido pelo criminalista Rodrigo De Grandis. A operação expõe uma investigação de alto nível que atinge a cúpula de uma empresa, levantando questões sobre a extensão e os métodos do suposto esquema dentro do setor financeiro.

Em resposta imediata, o Grupo Fictor emitiu uma nota afirmando que, assim que a defesa de Rafael Góis tiver acesso ao conteúdo completo da investigação, "prestará os esclarecimentos necessários às autoridades competentes com o objetivo de elucidar os fatos". A postura da defesa sinaliza um confronto jurídico em desenvolvimento, enquanto a PF avança na coleta de provas. O caso coloca o Grupo Fictor sob intenso escrutínio e pode gerar repercussões significativas no mercado, dada a magnitude dos valores envolvidos e a gravidade das acusações de crimes financeiros.
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- **Source**: InfoMoney
- **Sector**: The Vault
- **Tags**: Polícia Federal, Operação Fallax, Fraude Bancária, Lavagem de Dinheiro, Caixa Econômica Federal
- **Credibility**: unverified
- **Published**: 2026-03-25 17:56:57
- **ID**: 33741
- **URL**: https://whisperx.ai/en/intel/33741